Nelson Motta esteve em Porto Alegre para lançar sua biografia sobre Tim Maia, oportunamente chamada de "Vale Tudo". Com quase 100 mil livros já vendidos, a obra é um dos grandes sucesos editoriais da temporada. Como pano de fundo a banda "Tributo a Tim Maia" fez a trilha sonora do evento, realizado no Espaço Cultural da Guaibacar, com o crooner Jorjão incorporando todo o espírito do consagrado "Síndico". Levei para Nelsinho o LP da IV Festival da Record (1968), onde sua composição Rosa da Gente, em parceria com Dori Caymmi, foi defendida por Nara Leão e Edu Lobo. Nelson Motta, então com 23 anos era apresentado como "desenhista e estudante da Escola Superior de Desenho Industrial." Ao deparar-se com a preciosa relíquia Nelsinho deu boas risadas e surpreendeu-se com sua foto estampando cara de bom menino, cabeludo, levemente dentuço e ar jovial. Nascido em São Paulo, Nelson Motta é carioca por adoção, adora a Bahía, mas provou ser um dos queridinho dos gaúchos. Foi tratado, merecidamente, como ídolo. E correspondeu, autografando cerca de 200 livros, posando para fotos e recebendo, das mais emocionadas, beijinhos ardentes e calorosos abraços.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
TOQUINHO E O MPB 3
Assisti, no dia 5 de dezembro no Teatro do Bourbon Country ao belo espetáculo de Toquinho e do MPB 3. Foi o resumo de 40 anos de música - música boa, envolvente e que certamente faz parte da trilha sonora de minha passada juventude e de muitos contemporâneos meus. Toquinho virtuoso instrumentista, tocou Vinicius, Chico e fez homenagem a Paulinho Nogueira, tocando as Bachianas Nº 5 .E ainda tocou Jesus Alegria dos Homens, de Bach, para nosso deleite. O MPB esteve impecável. Mas o Dalmo que me perdoe - não basta ser sobrinho do Cauby, bom intérprete e até ter um belo falsete. Ainda sinto falta do Ruy Faria. Meu querido Ruy, com quem troquei doces palavras no Rio em novembro. Um abraço ao Toquinho, um abraço ao MPB, mas ao ausente Ruy, pra este eu mando um beijo amigo.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
BREVE ENCONTRO COM O PROFESSOR

Para todos, Ruy Carlos Ostermann é o "Professor", alcunha que ele assume com naturalidade e um certo grau de modéstia. Para mim, um pouco mais: Ruy é o MEU professor. Quando, a convite da Rádio Gaúcha, no início dos anos 90, realizei o curso de formação de comentaristas tive a honra de ser aluno do Ruy. Ele era o coordenador do curso e o mestre de cuja sabedoria tentei beber algumas gotas.
Na noite de 22 de novembro fui atraído pelo convite de assistir um dos comentados "Encontros com o Professor". Recebido com espumante, que sempre desinibe os participantes do evento, deliciei-me com a entrevista que Ruy fez com os meninos do Papas da Língua. Lá estavam o Léo Henkin, o Serginho Moah, o Zé Natálio e o meu amigo Pezã0 - de curta, porém agradável convivência nos tempos do Discocuecas. Depois do papo não faltou a inevitável canja com importante participação da platéia. Parabéns ao Ruy pelo brilhante programa e palmas aos "Papas" que fazem este agradável rock-pop gaúcho. Um pouco mais no site http://www.encontroscomoprofessor.com.br/
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
UMA TARDE NO POLITHEAMA
Ana Maria, amiga e metida, recebeu-me em seu condomínio no Recreio dos Bandeirantes, no Rio. No feriado de 15 de novembro convidou-me para um programa inusitado. " Vamos ver o Chico jogar ". E lá fomos nós, umas duas ou três quadras adiante, para assistir a "pelada" dos craques do Politheama. Esta palavra, de origem grega quer dizer "muitos espetáculos". E este é o nome que Chico escolheu, em 1978, para batisar seu time de futebol. Lá, além do Chico - esta unanimidade nacional - conversei com Ruy Faria (ex- MPB 4), com Antonio Pitanga e com Jorge Versillo. Também apreciei a boa movimentação de Carlinhos Vergueiro, a simplicidade de Silvio Cesar (lembram ?) e a gentileza de Guinga. Foi uma tarde inesquecível, proporcionada por esta pessoa querida e amiga, que é a Ana Maria....
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
FINAL DA VIAGEM
Com o Salão do Automovel de Frankfurt estou chegando ao final desta maravilhosa viagem. Foi quase um mes viajando pelo Velho Continente em que posso dividi-la em 4 etapas:
1. Dez dias na França, com uma semana em Paris e um belo tour pelo Vale do Loire. A Loiva esteve junto nesta romantica parte do passeio.
2. Viagem a Nürburgring, na Alemanha, onde assiti ao vivo uma etapa do DTM, campeonato alemão de Carros de Turismo, e mais sete corridas e ainda tive contato com o velho traçado de Nürburgring, usado pela F 1 ate 1976 e que mede 20,5 km e foi apelidado por Jackie Stewart de " O Inferno Verde" .
3. Viagem ao Pfalz, onde surgiu a Familia Matzenbacher e tive oportunidade de aprofundar os conhecimentos sobre nossos antepassados.
4. Salão do Automovel de Frankfurt, o maior salão de automoveis do mundo e que acontece de 2 em 2 anos e mostra os grandes lançamentos e as principais tendencias do mercado automotivo no mundo. ( na foto eu no Daimler de 1886 - motor de 1 cilindro, 2 passageiros e três rodas). Agora é preparar as malas e voltar ao querido e amado Brasil.
1. Dez dias na França, com uma semana em Paris e um belo tour pelo Vale do Loire. A Loiva esteve junto nesta romantica parte do passeio.
2. Viagem a Nürburgring, na Alemanha, onde assiti ao vivo uma etapa do DTM, campeonato alemão de Carros de Turismo, e mais sete corridas e ainda tive contato com o velho traçado de Nürburgring, usado pela F 1 ate 1976 e que mede 20,5 km e foi apelidado por Jackie Stewart de " O Inferno Verde" .
3. Viagem ao Pfalz, onde surgiu a Familia Matzenbacher e tive oportunidade de aprofundar os conhecimentos sobre nossos antepassados.
4. Salão do Automovel de Frankfurt, o maior salão de automoveis do mundo e que acontece de 2 em 2 anos e mostra os grandes lançamentos e as principais tendencias do mercado automotivo no mundo. ( na foto eu no Daimler de 1886 - motor de 1 cilindro, 2 passageiros e três rodas). Agora é preparar as malas e voltar ao querido e amado Brasil.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
MATZENBACHER uma unica familia em todo o mundo
Minhas pesquisas na Alemanha foram muito produtivas. Descobri o primeiro Matzenbacher da historia e do qual descendem todos os Matzenbacher do mundo: tanto os poucos que ainda restam na Alemanha, quanto os que vivem nos Estados Unidos ( que descendem de Peter Matzenbacher e que emigrou no Sec XIX), quanto os que vivem no Brasil - e alguns na Argentina ( que descendem de Wilhelm Matzenbacher que emigrou em 1826) sao descendentes de um unico Matzenbacher. Trata-se de Hans Matzenbacher, nascido provavelmente em 1602 no Pfalz e que deu origem a todos os Matzenbacher do mundo. Gracas as pesquisas em Institutos Historicos quanto a troca de informacoes com outros Matzenbacher na Alemanha que estudam a genealogia de nossa familia, posso afirmar que temos todos um certo grau de parentesco. Quando for publicado o Livro da Familia Matzenbacher, provavelmente em 2010, por ocasiao do V Encontro da Familia, teremos todas estas importantes descobertas e com a genealogia de todos os Matzenbacher desde 1602 !!!! (foto: a casa em que nasceu, no dia 4 de agosto de 1776, Johann Phillipp Matzenbacher, pai de Wilhelm, o que veio para o Brasil)
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
PARIS E UMA FESTA !!!!!
Do alto da Tour Eifel 2000 anos vos contemplam !
Voltar a Paris, sempre. Se possível todos os anos. É daqui que se enxerga o mundo com outros olhos. E é do alto da Tour é que a contemplação da " Cidade Luz " se faz de modo mais fascinante. Numa certa época gostava de dizer aos meus amigos: " Vocês me vêem aqui em Porto Alegre porque é aqui que trabalho. Na verdade, eu moro em Paris. " Passados alguns anos conclui que, se isto não era verdadeiro, Paris sempre morou em mim.
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